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Congresso da ALADYR 2025 debate reúso de água como solução para os desafios do saneamento no Brasil

  • Foto do escritor: GS Inima Brasil
    GS Inima Brasil
  • 8 de ago. de 2025
  • 3 min de leitura

Entre os dias 6 e 7 de agosto, aconteceu em São Paulo o principal evento do Brasil na área de dessalinização e reúso de água. O congresso da Aladyr reuniu grandes players globais e nacionais do setor de saneamento, destacando o momento brasileiro do reúso da água como um impulsionador da universalização do saneamento.


Além da apresentação de experiências internacionais, o evento também abordou os primeiros grandes projetos de dessalinização em andamento no Brasil, além de estudos em desenvolvimento, inovações tecnológicas e a experiência global compartilhada pela GS Inima.


GS Inima Brasil, no Congresso Aladyr 2025
GS Inima Brasil, no Congresso Aladyr 2025

Reúso de água: Solução estratégica para os desafios hídricos e a sustentabilidade

O primeiro dia do evento começou com a abertura do painel sobre o reúso de água, onde foram destacadas práticas como soluções estratégicas para reduzir a pressão sobre os recursos hídricos e otimizar o consumo em processos industriais e urbanos. Giuliano Dragone, Diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais da GS Inima Brasil, compartilhou a expertise da companhia ressaltando a importância do reúso como estratégia essencial para a expansão do saneamento e a garantia da segurança hídrica em áreas urbanas e industriais:



GS Inima Brasil, no Congresso Aladyr 2025
Giuliano Dragone, Diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais da GS Inima Brasil

“O reúso de água é uma estratégia essencial para ampliar o saneamento, garantir segurança hídrica, resiliência climática e sustentabilidade, especialmente em áreas urbanas e industriais, como o projeto de reúso de Vitória, que tem se destacado como uma referência na reutilização eficiente e consciente dos recursos hídricos.”


O presidente da Cagece, Neuri Freitas, apresentou a atuação da companhia no reúso de água, destacando projetos iniciados em 2013 para fornecer água ultrapura a indústrias de hidrogênio verde no Porto do Pecém. Segundo Freitas, o esgoto de Fortaleza está sendo transformado em água de reúso, beneficiando tanto a indústria quanto a população, com foco em sustentabilidade econômica, ambiental e social:


"Estamos transformando o esgoto de Fortaleza em água de reúso, um projeto alinhado à sustentabilidade econômica, ambiental e social, gerando benefícios tanto para a indústria quanto para a população", afirmou Freitas.


Outro destaque do painel apresentado por Munir Abud, Presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe). Abud falou sobre o avanço do estado do Espírito Santo na implementação do reúso de água e sua meta de universalização do saneamento até 2033:


“Vitória será a primeira capital a tratar, reutilizar e vender esgoto como água de reúso. A colaboração entre os setores público e privado é fundamental para superar a burocracia e acelerar a universalização do saneamento no Brasil", disse Abud.


Propostas inovadoras para garantir a segurança hídrica no Brasil

No segundo dia do Congresso Aladyr 2025, durante o painel sobre a sustentabilidade hídrica para a produção de hidrogênio verde, foi apresentado o Projeto Hidrus, que propõe transformar esgoto tratado em uma fonte para a produção de hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), pelo Diretor de Engenharia da GS Inima Brasil, Eduardo Berrettini.


GS Inima Brasil, no Congresso Aladyr 2025
Diretor de Engenharia da GS Inima Brasil, Eduardo Berrettini

"Produzir hidrogênio verde em larga escala exige grande quantidade de água pura, o que representa um desafio em regiões com escassez hídrica, como o semiárido nordestino. O reúso de água é uma solução viável, mas o Brasil precisa resolver com urgência as questões regulatórias que dificultam sua implementação em grande escala”, destacou Berrettini.


Com tecnologia já implementada, a GS Inima Brasil segue mostrando que é possível inovar com responsabilidade, contribuindo ativamente para a transição energética e o avanço do saneamento no Brasil.

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