Saneamento precisa de um choque de gestão para avançar

No painel sobre a regionalização ou não do saneamento durante o Congresso ABES 2019, cujo tema global é Como tratar igual os desiguais, Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da GS Inima Brasil, convidou os profissionais presentes a refletirem sobre a necessidade de acabar com a polarização no setor: “Existem empresas, públicas e privadas, bem ou mal geridas. Precisamos de melhorar  a eficiência para resolver os problemas de saneamento básico do país,” disse Muniz. “Sozinhos, nem o setor público e nem o privado, têm condições de promover o acesso de todos os brasileiros aos serviços de água e esgoto."

Do Diálogo Setorial, também  participaram o secretário Nacional de Saneamento, Jônathas de Castro, Rogério Tavares, vice-presidente da Aegea, e Paulo Massato, diretor da Sabesp, além do moderador Carlos Rosito.

Ao abordar o tema da regionalização, Roberto Muniz disse que a regionalização da prestação dos serviços não pode ser apenas pensada em termos de territoriedade e que o setor precisa de um “choque de gestão para que o mercado possa ter um ambiente concorrencial saudável”.

 

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